Documentação

Como usar a Nexcloud

Como colocar seu projeto no ar, o que você pode hospedar, e o que fazer quando alguma coisa não sai como esperado.

Começando

O que a Nexcloud faz por você e como colocar o primeiro projeto no ar.

O que é a Nexcloud

A Nexcloud hospeda o seu código. Você envia um .zip ou conecta um repositório do GitHub, escolhe quanta memória o projeto precisa, e ele fica no ar com endereço, HTTPS e monitoramento — sem servidor para instalar, atualizar ou vigiar.

Junto com a aplicação você tem banco de dados gerenciado, armazenamento de arquivos servido por CDN e cópias para voltar atrás quando um deploy dá errado. Tudo pelo mesmo painel, na mesma conta, na mesma fatura.

Do que você não precisa cuidar

  • Instalar sistema operacional, runtime ou dependência de sistema.
  • Emitir e renovar certificado — o HTTPS vem pronto e se renova sozinho.
  • Configurar processo para reiniciar quando cair: a plataforma religa sozinha.
  • Montar painel de métricas: consumo, logs e histórico já vêm na tela.
  • Escolher em que máquina o projeto roda, ou mudar alguma coisa quando ele muda de máquina.

Sua primeira aplicação no ar

Cinco passos, do arquivo ao endereço funcionando.

  1. 1No painel, abra Aplicações e clique em Nova aplicação.
  2. 2Escolha a origem: envie um .zip com o projeto, ou conecte o GitHub e escolha o repositório e a branch.
  3. 3Dê um nome e escolha a memória. Se não souber, comece pequeno — dá para aumentar depois sem recriar nada.
  4. 4Marque se o projeto atende na web. Isso é o que decide se ele ganha um endereço público ou fica rodando sem porta exposta.
  5. 5Confirme. A tela acompanha o deploy passo a passo; quando terminar, o endereço já responde.

O que preparar antes

O pacote precisa conter o projeto na raiz — o arquivo principal, as dependências declaradas e, se houver, o comando de build. Não envie a pasta de dependências já instalada: ela é reconstruída no deploy, e mandá-la só deixa o envio mais lento.

O que você pode hospedar

RecursoPara que serve
AplicaçãoProcesso que roda continuamente sem atender na web: bot, worker, consumidor de fila, tarefa agendada.
WebsiteQualquer coisa com endereço: API, site, painel, front-end estático. Vem com HTTPS e aceita o seu domínio.
Banco de dadosPostgreSQL, MySQL, MariaDB, MongoDB, Redis ou Valkey, com backup e conexão cifrada.
Blob storageArquivos públicos servidos por CDN: imagens, vídeos, PDFs, assets do seu front-end.
SnapshotCópia da sua aplicação num instante, para restaurar depois de um deploy ruim.

Aplicações

Publicar, configurar, operar e acompanhar o que está no ar.

Colocar o código no ar

Duas formas, e quando usar cada uma.

Enviando um pacote

Você manda um .zip e pronto. É o caminho mais rápido para colocar algo no ar e o único que não exige conta em lugar nenhum. Para atualizar, envie um pacote novo.

Conectando o GitHub

Conecte a conta uma vez em Conexões e depois escolha, por aplicação, o repositório e a branch. Com o deploy automático ligado, cada push publica a versão nova — você não precisa criar webhook nem colar token no GitHub, a plataforma faz isso.

Dá para publicar a cada commit ou só quando você marca uma release. A segunda opção é a de quem quer decidir quando o cliente vê a mudança.

Republicar sem mudar o código

O botão de republicar refaz o deploy do que já está vinculado. Use quando o código é o mesmo mas o resultado precisa mudar: você trocou uma variável de ambiente, uma dependência publicou a correção, ou o deploy anterior falhou por algo passageiro.

Linguagens e build

A linguagem é reconhecida pelo projeto que você envia; não é preciso declarar nada. Estas são as versões em que a sua aplicação roda:

LinguagemVersão
JavaScript / TypeScript (Node)24
Python3.13
PHP8.3
Java21
Go1.24
Rust1.85
Site estáticonginx

Se o seu projeto precisa de algo que não vem nessa lista — uma biblioteca de sistema, um binário externo —, inclua um Dockerfile no repositório e ele será usado no lugar da imagem padrão.

Usando Dockerfile, mantenha o repositório vinculado

Uma aplicação construída a partir do seu Dockerfile só pode ser reconstruída se houver repositório ligado a ela. Sem isso, ela continua no ar, mas não pode ser movida nem recriada — e é você quem sente isso numa manutenção.

Configurar a aplicação

Memória

256 MB ou mais

Mínimo de 256 MB; um website precisa de pelo menos 512 MB. Dá para mudar quando quiser — a aplicação reinicia com o novo limite.

Variáveis de ambiente

na tela de Variáveis

Chave e valor, como no seu .env. Salvar aplica no próximo start da aplicação.

Reinício automático

ligado por padrão

Se o processo morrer, a plataforma sobe de novo. Desligue quando a aplicação for uma tarefa que termina e não deve voltar.

Arquivos

editáveis no painel

Dá para abrir e corrigir um arquivo direto pela tela, sem refazer o deploy inteiro.

Parar não devolve cota

Uma aplicação parada não consome processamento, mas a memória contratada continua reservada para ela — é o que garante que ela caiba quando você religar. Para liberar a cota de verdade, apague a aplicação.

Acompanhar o que está rodando

Quatro telas que respondem perguntas diferentes.

TelaResponde
LogsO que a sua aplicação está escrevendo agora — e o que ela escreveu num dia anterior.
MétricasConsumo de CPU, memória, rede e disco na última hora, nas últimas 6 ou nas últimas 24.
DeploysToda vez que você publicou: de onde veio, quanto demorou e, se falhou, em que passo parou.
EventosO que aconteceu com a aplicação — quando ela parou, reiniciou, mudou de memória.

Quando algo não subiu, comece pelos deploys: é a tela que diz em que passo parou e por quê. Quando subiu mas não responde como devia, vá aos logs.

Voltar atrás com snapshots

Uma snapshot é uma cópia da sua aplicação num instante. Você gera quando quiser — antes de uma mudança arriscada, por exemplo — e restaura com um clique se precisar voltar.

  • Quantas você pode gerar por dia depende do plano: são duas por dia para cada 256 MB de memória contratada.
  • Dá para baixar a cópia e guardar fora da plataforma.
  • Apagar a aplicação apaga as snapshots dela junto. Se quiser guardar, baixe antes.

Domínios e HTTPS

O endereço que já vem pronto e como usar o seu próprio domínio.

O endereço que vem pronto

Todo website nasce com um endereço da plataforma e HTTPS já emitido — ele funciona no minuto seguinte ao deploy, sem você configurar DNS nenhum. Serve para testar, para mostrar para alguém e para deixar em produção se você não tiver domínio próprio.

Usar o seu domínio

  1. 1Abra a aplicação, vá em Network e adicione o domínio (por exemplo, loja.seusite.com).
  2. 2A tela mostra dois registros para você criar no seu provedor de DNS: um CNAME, que aponta o domínio para a plataforma, e um TXT, que prova que o domínio é seu.
  3. 3Crie os dois exatamente como aparecem na tela e salve no seu provedor.
  4. 4Volte ao painel e clique em verificar. Assim que os dois registros forem encontrados, o certificado é emitido e o domínio começa a responder.

A propagação de DNS costuma levar de alguns minutos a algumas horas, dependendo do seu provedor. Enquanto isso, o painel mostra em que etapa o domínio está.

Domínio sem `www` (raiz)

seusite.com sem nada na frente não aceita CNAME — é uma limitação do próprio DNS, não da plataforma. Só funciona se o seu provedor oferecer CNAME flattening ou registro ALIAS. Se o seu não oferecer, use www.seusite.com e configure um redirecionamento da raiz no provedor.

Quando o domínio não valida

  • Confira se o CNAME aponta para o endereço que a tela mostra, e não para o IP de outro serviço. É a causa mais comum de um domínio que não sai de “pendente”.
  • Confira se o TXT foi criado com o nome exato — alguns provedores acrescentam o seu domínio no fim do nome sozinhos, e o registro acaba duplicado.
  • Se você usa proxy ou CDN de terceiro na frente, desligue-o durante a validação: ele intercepta a verificação.
  • Depois de corrigir, clique em verificar de novo em vez de esperar — a reconsulta é imediata.

Bancos de dados

Criar, conectar, ligar à sua aplicação e manter cópias.

Criar um banco

Escolha o engine, a versão e a memória. O banco é só seu — não é compartilhado com outros clientes — e a versão fica na que você escolheu: nada é atualizado por baixo do seu projeto.

EngineVersões disponíveis
PostgreSQL17, 16, 15
MySQL8.4, 8.0
MariaDB11, 10.11
MongoDB8, 7
Redis7
Valkey8

Conectar ao banco

A tela do banco mostra host, porta, usuário, senha e a URL de conexão pronta para copiar. Você conecta de qualquer lugar: da sua máquina, de um cliente gráfico, de um CI, ou de uma aplicação hospedada em outro provedor.

A conexão é cifrada. Para verificar o servidor de verdade em vez de aceitar qualquer certificado, baixe o ca.pem na própria tela do banco e aponte o seu cliente para ele.

A senha é um segredo seu

Ela fica escondida até você pedir para ver, e não aparece em nenhuma listagem. Se ela vazar — ou se você só quiser trocar por precaução —, use rotacionar: uma senha nova é gerada, as aplicações vinculadas são atualizadas sozinhas, e quem estiver usando a antiga perde o acesso na hora.

Quantas conexões cabem

O limite de conexões simultâneas acompanha a memória contratada, e você pode ajustá-lo dentro de uma faixa que a tela mostra. Aumente com cuidado: conexões demais num banco pequeno trocam “conexão recusada” por um banco que cai — e aí derruba quem já estava conectado. Se a sua aplicação abre muitas conexões, prefira um pool no lado dela.

Ver e editar os dados

O painel abre o conteúdo do banco sem você instalar cliente nenhum: lista as tabelas, pagina as linhas, busca por coluna e permite inserir, editar e apagar uma linha por vez. Há também um console para rodar comandos direto.

O console executa exatamente o que você escrever, com as suas credenciais — inclusive um comando que apaga tudo. É o mesmo poder de um cliente instalado na sua máquina; a diferença é que aqui não há um “tem certeza?” no meio.

Backups e restauração

  • A plataforma gera backups automáticos, e você pode desligá-los por banco.
  • Você também pode gerar um agora, a qualquer momento — antes de uma migração, por exemplo.
  • Cada backup tem prazo de validade, mostrado na lista. Para guardar por mais tempo, baixe o arquivo.

Restaurar substitui o que está lá

A restauração apaga os dados atuais e coloca os do backup no lugar, e o banco fica indisponível enquanto ela roda. Não há como desfazer — se houver qualquer dúvida, gere um backup do estado atual antes de restaurar o antigo.

Apagar um banco apaga os dados. O disco fica guardado por alguns dias antes de ser destruído de vez, e a tela do banco mostra esse prazo — é a única rede de segurança que existe sobre essa operação, e ela não substitui um backup baixado.

Arquivos e CDN

Hospedar imagens, vídeos e assets com URL pública.

Enviar arquivos

Envie pelo painel e receba uma URL pública, servida por CDN e com cache longo. Use no src de uma imagem, no seu front-end, num e-mail — em qualquer lugar que aceite um endereço.

A URL de um arquivo nunca muda. Para trocar o conteúdo, envie o arquivo novo e atualize a referência: assim quem já tem a URL antiga continua vendo o que viu, e nada quebra sem aviso.

Limites e o que não é aceito

Tamanho por arquivo

50 MB

Arquivo maior é recusado no envio.

Quantidade de arquivos

sem limite

O que limita é o espaço total do seu plano, não a contagem.

Espaço

conforme o plano

O plano gratuito não inclui armazenamento de arquivos.

Executáveis e arquivos que um servidor poderia interpretar (.exe, .sh, .php e semelhantes) são recusados — é o que impede o CDN de virar hospedagem de malware. Renomear a extensão não contorna: o conteúdo do arquivo também é conferido. HTML e SVG podem ser enviados, mas são entregues como download em vez de abrir no navegador.

Planos e cobrança

O que o plano compra, como a cota funciona e como a fatura se comporta.

O que conta na sua cota

A memória é a medida principal, e ela é da conta inteira: aplicações e bancos dividem o mesmo total. Por isso um banco pode ser recusado porque as suas aplicações já ocuparam a memória — e vice-versa. A tela de criação sempre mostra quanto ainda cabe antes de você escolher o tamanho.

  • Memória — a soma do que está reservado para todas as aplicações e bancos, ligados ou parados.
  • Projetos — quantas aplicações você pode ter ao mesmo tempo.
  • Bancos — quantos bancos o plano permite.
  • Arquivos — o espaço total no CDN.

Os planos

Valores de referência; a tela de Planos é sempre a palavra final.

PlanoMemóriavCPUProjetosArquivosPor mês
Free256 MB11—R$ 0,00
Starter1 GB141 GBR$ 7,99
Hobby2 GB282 GBR$ 12,99
Standard4 GB4165 GBR$ 19,90
Pro6 GB62410 GBR$ 34,90
Empresarial16 a 512 GB84 por GB1 GB por GBR$ 6,00 por GB

O plano gratuito serve para experimentar: cabe uma aplicação pequena, sem publicação na web e sem armazenamento de arquivos. O Empresarial é uma escada — você escolhe quantos GB quer, e projetos e arquivos acompanham.

Pagando por mais tempo, você paga menos

PeríodoDesconto
Mensal—
Semestral10%
Anual20%

Trocar de plano

Se você...Acontece isto
Sobe de planoVocê paga só a diferença dos dias que faltam no período, numa fatura à parte. O plano maior vale assim que ela é paga — ou na hora, se a diferença for pequena demais para cobrar.
Desce de planoNada é cobrado nem devolvido. Você fica com o plano atual até o fim do período que já pagou, e o plano menor começa no período seguinte — o mês inteiro serve para você caber na cota nova.
Tenta descer abaixo do que usaA troca é recusada na hora, com o número que falta. Apague ou reduza algo primeiro — assim você não descobre o problema um mês depois, quando os deploys parassem de funcionar.
CancelaO plano continua valendo até o fim do período pago, e não é renovado. Dá para voltar atrás antes da virada.

Cartão-presente

Um código que vale um plano por um tempo, sem cobrança nenhuma.

Um cartão-presente é um código que a Nexcloud gera e você resgata: ele ativa um plano por um número de dias, sem fatura, sem cartão e sem assinatura. Não é desconto e não é crédito — é tempo de plano.

  1. 1Abra Planos no painel.
  2. 2Digite o código no campo do topo. Pode colar com ou sem os hífens, em maiúscula ou minúscula.
  3. 3Clique em resgatar. O plano entra na hora, e a data de término aparece ali mesmo.

Se o código não for aceito

O painel diz por que em cada caso: código inválido, prazo de resgate vencido, já usado por você, ou esgotado. Os caracteres O e 0, I, L e 1 são corrigidos sozinhos — eles nunca aparecem juntos num código de verdade, justamente para não haver dúvida na hora de digitar.

As regras que costumam gerar dúvida

  • Um resgate por conta. O mesmo código não vale duas vezes para você, mesmo quando ele foi feito para muita gente.
  • Some ao que você já tem, se for o mesmo plano. Resgatar 30 dias com 20 dias restantes dá 50, e não 30 — o tempo que sobrava não se perde.
  • Plano diferente é recusado. Um código de um plano não entra numa conta que está em outro. Ele continua válido para quando você estiver no plano certo.
  • Se você já assina o mesmo plano, o presente empurra a sua próxima cobrança para a frente, em vez de criar um período à parte.
  • O código pode ter prazo para ser usado, e ele é diferente da duração que o código dá. Um código pode dizer "resgate até 31 de dezembro" e ainda assim valer 30 dias a partir do dia em que você resgatar.

Quando o prazo acabar

A conta volta ao plano gratuito, e nada é apagado. O que estiver acima da cota do gratuito precisa caber de novo: reduza a memória das aplicações ou apague o que não usa mais. Vale a pena olhar a data de término antes de construir algo grande em cima de um presente.

Assinar por cima de um presente ativo

Contratar um plano pago enquanto um presente está valendo faz o plano pago assumir, e os dias de cortesia que sobravam não são somados. Se quiser aproveitar os dois, assine depois que o presente vencer.

Onde nunca digitar o código

Só no painel, na tela de planos. Ninguém da Nexcloud pede o seu código por e-mail, chat ou telefone — quem pedir não é da Nexcloud. Um código é como dinheiro: quem tiver ele na mão resgata primeiro.

Pagamento, faturas e atraso

A cobrança é mensal e alinhada ao calendário: toda fatura cobre do dia 1 ao dia 1. Quem assina no meio do mês paga a primeira fatura proporcional, só dos dias até a virada.

  • Pix — um QR code por fatura, pago quando você quiser.
  • Pix Automático — você autoriza uma vez e a cobrança acontece sozinha a cada período.
  • Cartão de crédito — guardado com segurança e cobrado a cada período.

Pagar o próximo período adiantado dá desconto, e ele é maior quanto mais cedo você paga. A tela de faturamento mostra quanto vale hoje.

Se a fatura vencer

Depois do vencimento a conta é suspensa: as aplicações e bancos que estavam no ar são parados e deixam de responder. Nada é apagado, e as telas de plano, faturas e pagamento continuam abertas. Ao pagar, tudo que estava no ar volta — e só isso: o que você tinha parado de propósito continua parado.

Automação

Fazer pela API o que você faz pelo painel.

Quando vale usar a API

Tudo que você faz no painel — publicar, reiniciar, criar banco, gerar snapshot, ler métricas — também dá para fazer por chamada HTTP. É o caminho para ligar a Nexcloud à sua esteira de CI, a um script de manutenção ou a um painel interno seu.

A lista completa de chamadas, com parâmetros e exemplos prontos para copiar, está na API Reference.

Criar um token com segurança

  1. 1Abra Tokens de API e crie um token, marcando só o que aquela automação precisa fazer.
  2. 2Copie o valor na hora: ele aparece uma única vez e não pode ser recuperado depois, nem pelo suporte.
  3. 3Guarde num cofre de segredos — o das variáveis do seu CI, por exemplo. Nunca no código.
  • Marque o mínimo. Um token que só publica não precisa poder ler a senha dos seus bancos.
  • Um token por automação. Assim, revogar um não derruba os outros.
  • Dê prazo de validade ao que é temporário: ele some sozinho se você esquecer dele.
  • A lista mostra o último uso de cada token — é assim que você percebe um que vazou, e o botão de revogar corta o acesso na hora.

Quando algo dá errado

Por onde começar, e onde ver se o problema é seu ou nosso.

Por onde começar

SintomaOnde olhar
O deploy falhouTela de Deploys da aplicação: ela mostra em que passo parou e a mensagem do erro.
Subiu, mas não respondeLogs: quase sempre o processo está morrendo no start, e a razão está escrita ali.
Ficou lento ou reinicia sozinhoMétricas: memória batendo no teto do plano é a causa mais comum.
O domínio não abreNetwork: o estado do domínio diz o que falta no seu DNS.
Não consigo conectar ao bancoConfira se o banco está ligado, se a senha é a atual e se o seu cliente aceita conexão cifrada.
Tudo parou de uma vezFaturamento: uma fatura vencida suspende a conta inteira até o pagamento.

Status da plataforma e suporte

A página de status é pública e abre sem login — é onde olhar quando a suspeita é de que o problema não é seu. Ela mostra o estado atual, o histórico e os incidentes abertos.

Se o problema continuar, fale com o suporte pelo link no rodapé do painel. Ajuda muito mandar junto: o id da aplicação ou do banco, o horário aproximado e o que a tela de deploys ou de logs mostrou.